E até quando a gente vai brincar dessa coisa que não vira em nada.
Dessa coisa tão sem nome que toca a gente tão fundo.
E perfura tanto.
E dói de vez em quando.
E é uma vontade tão louca de um estar ao lado do outro.
E de abraçar.
E de sentir o outro.
E o cheiro que só ele tem.
De estar. De ser.
De convidá-lo para entrar nessa ciranda,
toda de coração,
que a gente inventou pra se amar.
Bibiana Benites

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