Como um rascunho de uma
melodia composta só para você
[e para mim],
escrevo pelo espaço,
tortos passos,
um monólogo inebriante,
ritmado
[oras não]
pelo pulsar
de um coração
[meu ou seu?]
Toma-me pela mão!
Leve-me!
Toma-me pela mão!
Leve-me!
Rapte-me!

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